De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos.
Fernando Pessoa
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Sonhar
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Playing God - Paramore
"You say that I've been changing
That I'm not just simply aging
Yeah, how could that be logical?"
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
But for now XIII
.
.
"No, don't wanna be the only one you know
I wanna be the place you call home.
I lay myself down
To make it so, but you don't want to know
I give much more
Than I'd ever ask for"
I wanna be the place you call home.
I lay myself down
To make it so, but you don't want to know
I give much more
Than I'd ever ask for"
.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Para um altruísta sensível
Não sabes de tudo aquilo que me ensinaste, tudo o que aprendi contigo, de ti e por ti. Nem sei mesmo eu o alcance de tudo isso, mas agradeço-te. Trouxeste-me mais do que tantos outros que não costumam deixar marca. A tua está presente, é permanente e hoje em dia essencial.
Não digo que mudei por ti ou graças a ti, tenho dificuldades nesse campo, mas construi-me um pouco mais, descobri forças e fraquezas que desconhecia – coisas boas e sensíveis e coisas más e egoístas – e que agora também tu vais conhecendo e respeitando. Conheces-me uns dias melhor, outros pior, mas há ainda muito a descobrir… Talvez um dia, num daqueles dias em que és para mim mais do que um amigo com quem gosto de estar, para seres o amigo de que preciso.
Sei que recebo, mas gosto também de acreditar que sei dar, que faço algo para que tudo tenha os dois sentidos, mas apenas uma verdade. Tudo isto são meras palavras que, uns dias mais que outros, sinto a necessidade de dizer, mas que podem ser redundantes ou até inexpressivos a teu ver. Pensa apenas que sem todas elas há alturas em que fica algo por dizer e que pelo menos elas são intemporais. Há coisas que são para vida!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Hamburg Song - Keane
I don't wanna be adored
Don't wanna be first in line
Or make myself heard
I'd like to bring a little light
To shine a light on your life
To make you feel loved
No, don't wanna be the only one you know
I wanna be the place you call home
I lay myself down
To make it so, but you don't want to know
I give much more
Than I'd ever ask for
Will you see me in the end
Or is it just a waste of time
Trying to be your friend
To shine, shine, shine
Shine a little light
Shine a light on my life
And warm me up again
Fool, I wonder if you know yourself at all
You know that it could be so simple
Say a word or two to brighten my day
Do you think that you could see your way
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Ainda assim
Fazê-lo por mim? Pensei que nunca mais.
Mas a certeza do nunca atraiçoou-me mais uma vez. Já nada era como dantes, mas tudo parece querer voltar ao que já foi. Resta saber se há um significado por detrás disto, no subconsciente da mente que manda e desmanda sobre mim e sobre todos nós.
Não vou tirar mais conclusões de cabeça quente, ser impulsiva e afins. Falei cedo demais. Pensei que tinha acabado e encerrado essa página de insegurança e desapontamento marcada a ferro na minha pele. Era capaz de jurar ainda hoje, mais cedo, que já não havia lugar para isso dentro de mim, que já não era eu assim. Era, já não é mais? Acho que nunca saberei, até ao dia em que algo surja que me tire todas as certezas (que não tenho) e valha mais que tudo o que era como dantes mas que parece querer voltar ao que já foi.
Os meus olhos já pesam (causa ou consequência dos actos?), a noite fecha o dia de revelações chegadas sem aviso prévio, sem precedentes. A ironia, o trago amargo da vida.
Fico à espera. Pensei que nunca mais.
sábado, 9 de outubro de 2010
Je lis
Je lis,
Je me plonge dans ses anciennes lignes,
Les mots s'entrecroisent dans une folle danse;
Je veux partir, je veux m'enfuir.
Je me lance à petits pas
Au plus fort des voyages.
La volonté, le besoin, l'envie
Oublient le temps passé et qu'on dépasse.
Je me renferme, je suis absente même.
Senteurs inconnues, sensations indubitables.
Larmes qui roulent, bonheur qui coule
Quand je lis.
C'est quand la dernière page a été tournée
Que je me rends compte que je reviens à la réalité.
Je me plonge dans ses anciennes lignes,
Les mots s'entrecroisent dans une folle danse;
Je veux partir, je veux m'enfuir.
Je me lance à petits pas
Au plus fort des voyages.
La volonté, le besoin, l'envie
Oublient le temps passé et qu'on dépasse.
Je me renferme, je suis absente même.
Senteurs inconnues, sensations indubitables.
Larmes qui roulent, bonheur qui coule
Quand je lis.
C'est quand la dernière page a été tournée
Que je me rends compte que je reviens à la réalité.
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