terça-feira, 23 de outubro de 2007

Trivela internacional

Quaresma nomeado para a Bola de Ouro

Três razões para votar em Quaresma
Trivela
A mais famosa das habilidades de Quaresma, tornada ainda mais célebre nos encontros com Arsenal e Chelsea na edição passada da Liga dos Campeões.
Currículo
Aos 24 anos não lhe faltam títulos. Melhor jogador do campeonato português em 2005 e 2006, foi campeão pelo Sporting e FC Porto. Ao serviço dos portistas ganhou ainda uma Taça duas Supertaças e sagrou-se campeão do Mundo de clubes.
Assistências
Quaresma marca golos. Quase sempre golos de espantar. Mas destaca-se ainda a fazer assistências, sendo de longe o jogador do FC Porto que mais contribui para a festa do golo. E neste particular "assiste" de trivela, de letra...


Boa notícia, mau
sintoma

jorge maia

"A nomeação de Ricardo Quaresma para o lote de 50 candidatos à Bola de Ouro do France Football é uma excelente notícia, mas um mau sintoma.
É uma excelente notícia, antes de mais, para Quaresma, claro, que vê assim reconhecido internacionalmente o mesmo génio que tantas vezes passa despercebido cá dentro.
É um problema antigo de estigmatismo do futebol português, incapaz de ver ao perto o que os outros reconhecem a milhas de distância e que, ainda por cima, surge normalmente associado a sintomas de daltonismo, com as cores que cada jogador veste a fazerem imensa confusão na cabeça de alguns analistas cá da terra. Mas a nomeação de Quaresma também é uma boa notícia para o FC Porto, pelo menos na perspectiva dos administradores, que vêem um dos melhores produtos do clube exposto numa das maiores montras do futebol mundial.
É claro que os adeptos portistas olham para a questão de outra perspectiva, mas todos sabem há algum tempo que a saída de Quaresma é pouco menos que inevitável. E se tem que sair, pelo menos que saia caro a quem o levar. "

V.I.P.

Não me sai da cabeça a imagem do João Moutinho no Aeroporto de Lisboa a ler a revista V.I.P.!!

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Kiss me, oh kiss me

Kiss me, oh kiss me

When the fight is over
and the storm is through
will you pick another?
what will you get into?

So you stand in the corner
with those boxing gloves on you,
you're all scared and lonely
we've all been there too.

Kiss me, kiss me
if that can make it right,
try me, defy me
just throw them on me
those failed expectations,
floods and aflictions.
you're through
'cus I just might
take them home with me.

And the cracks in the pavement
we've all fell there before.
and bones built into skeletons
we've all been through that door.

Kiss me, oh kiss me
if that can make it right.
try me, defy me
just throw them on me
those failed expectations,
floods and aflictions.
you're through
'cus I just might
take you home with me.

Kiss me, oh kiss me
we've all been there too.

David Fonseca

domingo, 23 de setembro de 2007

Falamos tão loucamente que acabamos em silêncio II

Suponhamos que corrias desmedido ao meu encalço e me farias jurar verdade. Nada mudaria decerto. Eu não avançaria e tu recearias o teu próprio medo e essa tão falada coragem do momento. Voltaríamos à realidade, às nossas vidas quotidianas e tudo seria normal de novo. Não te preocupes, não deitaste tudo a perder. Desejei que o fizesses mas vejo agora, com o distanciamento possível, que foi a melhor atitude a tomar.
Não correste atrás de mim, não me deste, assim, a oportunidade de explicar o que não conseguias perceber. Não te interessava talvez descobrir a fraca militância com que te falava. Julgo-me hipócrita às vezes, temo não fazer a diferença, ser apenas mais um número, uma pessoa. Sem, luta não há proveito mas eu não queria lutar por ti, queria somente que me atribuísses o mínimo de importância que mereço, não na tua vida, mas naquele momento. Nem mesmo sei se ouviste com atenção ou se estavas demasiado preocupado em defender a tua posição de impenetrável e desentendido. Conseguiste-a.
Não te importunei mais desde então mas sei que ficou muito por dizer e explicar. Não sei se ainda me vês com os mesmos olhos ou se já olhas além deles. Não sei nem me interessa, só queria que, agora, me desses valor como alguém que já se importou de mais e que não consegue importar-se de menos.
Perdão.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

3º ano UM

Começou mais um ano lectivo na melhor Academia do país...
Mas este terceiro ano vai ser diferente.
Para já a minha colega de aulas e amiga Tita foi para Espanha fazer Erasmus...
Nós, o people do terceiro ano, já começamos a praxar os caloirinhos... Já estivemos na pele deles e agora estamos do outro lado... Eu não estou bem do outro lado...não comprei traje mas pode ser k consiga aparecer uma vez ou outra trajada... quiçá! Ainda ninguém me chamou "Doutora"...
Quanto às aulas ainda não fui a nenhuma, ainda não entrei nesse espírito....talvez amanhã quem sabe!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Canção simples


Há qualquer coisa de leve na tua mão,
Qualquer coisa que aquece o coração.
Há qualquer coisa quente quando estás,
Qualquer coisa que prende e nos desfaz.


E fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol.

As formas dos teus braços sobre os meus,
O tempo dos meus olhos sobre os teus,
Desço nos teus ombros p’ra provar tudo o que pediste p’ra levar

E fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais ...

Tens os raios fortes a queimar
Todo o gelo frio que construí.
Entras no meu sangue devagar
E eu a transbordar dentro de ti.
Tens os raios brancos como um rio,
Sou quem sai do escuro p’ra te ver.
Tens os raios puros no luar,
Sou quem grita fundo p’ra te ter.

E fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais ...

Quero ver as cores que tu vês
P’ra saber a dança que tu és.
Quero ser o vento que te faz,
Quero ser do espaço onde estás.
Deixa ser tão leve a tua mão
Para ser tão simples a canção.
Deixa ser das flores o respirar
Para ser mais fácil te encontrar.

E fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais ...

Vem quebrar o medo vem,
Saber se há depois
E sentir que somos dois mas que juntos somos mais

Quero ser razão p’ra seres maior,
Quero te oferecer o meu melhor.

Quero ser razão p’ra seres maior,
Quero te oferecer o meu melhor.

E fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais que o sol,
Fazes muito mais ...


"De vez em quando faz bem passear nas cores primárias, reencontrar os lugares e enfatizar a parte fácil da natureza. Largar os preconceitos e brincar com os clichês de que tanto fugimos. Tudo o que eu possa escrever sobre esta canção vai apenas sujá-la, ou tirar-lhe o espaço. É
feita de vazios. Ela quase existe, baixinho… Em bicos de pés… Vai sugerindo e aproximando, embalada, vai-se afastando, para depois desaparecer, leve, simples."
Tiago Bettencourt