| You Should Be A Taurus |
What's good about you: you're stable, responsible, and loyal to those around you What's bad about you: you're stubborn and overly cautious - change is not easy In love: it's easy to melt your heart with traditional romantic gestures In friendship, you're: loyal - you'll do almost anything for a friend Your ideal job: chef, jewelry designer, or actor Your sense of fashion: sleek, designer, and very expensive You like to pig out on: steak and cheesecake |
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
What sign should I be?
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Weird motivations
People generally tend to be very predictable under normal circumstances. But we all have our moments.
There are times when the need to risk and venture seems more urgent than any formality or breed. Sometimes it's just a decoy, a safe place for us to hide for a while.
And then there are those moments when we don't make any sense at all... and those times don't require any explanation.
We have to live with the premise that they'll keep on coming every once in a little while.
I'm driven by weird motivations, simple things that keep me in line, moving, going somewhere only I know.
But I need company, someone to help me run my feelings and deeds, we all need.
The hardest part of the assignement is to find someone available for the job.
It doesn't pay much and one can't go on strike anytime, there's a mandatory 2 weeks notice, just in case.
There are times when the need to risk and venture seems more urgent than any formality or breed. Sometimes it's just a decoy, a safe place for us to hide for a while.
And then there are those moments when we don't make any sense at all... and those times don't require any explanation.
We have to live with the premise that they'll keep on coming every once in a little while.
I'm driven by weird motivations, simple things that keep me in line, moving, going somewhere only I know.
But I need company, someone to help me run my feelings and deeds, we all need.
The hardest part of the assignement is to find someone available for the job.
It doesn't pay much and one can't go on strike anytime, there's a mandatory 2 weeks notice, just in case.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Um segredo e um amor
Um segredo e um amor
O que será maior em mim?
O segredo desse amor
Não pode mais viver assim.
E se eu pudesse revelar
Os versos que eu te dediquei,
Se eu pudesse te contar
Os sonhos todos que sonhei.
Se eu gritasse para o mundo ouvir,
Até onde a voz pudesse ir,
Eu não seria um sonhador
E nem mais um segredo,
Meu amor.
Sandy & Júnior
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Pedro e Inês - II
Os dias passavam e Pedro já fazia parte dos seus pensamentos, escritos e sonhos diários, ele estava já demasiado presente para ser ignorado. Começou então a fase de adaptação e foi necessário correr alguns riscos, calculados, é certo. Abriu-se uma janela de oportunidade e Inês espreitou sem ter a certeza de querer entrar por outro lado que não a porta. Acabou por não aproveitar tudo o que deveria ter aproveitado.
Agarrou-se aos pequenos momentos que tinha com ele e sem ser demasiado comprometedora deu um pouco mais de si do que era normal. Mas todos esperam algo em troca e quando esse algo não corresponde às expectativas, acende-se uma luzinha algures no cérebro que nos faz querer racionalizar tudo.
Inês era uma pessoa muito racional mas propensa à ilusão. Sentia que havia algo no ar mas não se seria suficiente para ela e sobretudo para ele. A mente de Pedro também parecia ocupada por outro alguém e isso matava-a de angústia. A ausência de som, de toque, de resposta fazia-a pensar demasiado, a presença inconstante dele fazia-a fugir no momento errado. Não havia um meio-termo, um momento, um instante em que tudo estivesse conjugado para que Inês se pudesse sentir verdadeiramente feliz.
Havia aqueles malfadados momentos em que nada lhe corria bem, em que as palavras dele a magoavam sem Pedro suspeitar. E não eram raros esses momentos em que só lhe apetecia voltar atrás e controlar os seus sentimentos e expectativas. Mas, de uma maneira ou de outra Pedro parecia sempre reconfortá-la, como se conhecesse o motivo da distância e da tristeza do seu olhar e, com poucas palavras e gestos, Inês voltava a confiar nele.
n.r.: Personagens e conteúdos meramente fictícios
Agarrou-se aos pequenos momentos que tinha com ele e sem ser demasiado comprometedora deu um pouco mais de si do que era normal. Mas todos esperam algo em troca e quando esse algo não corresponde às expectativas, acende-se uma luzinha algures no cérebro que nos faz querer racionalizar tudo.
Inês era uma pessoa muito racional mas propensa à ilusão. Sentia que havia algo no ar mas não se seria suficiente para ela e sobretudo para ele. A mente de Pedro também parecia ocupada por outro alguém e isso matava-a de angústia. A ausência de som, de toque, de resposta fazia-a pensar demasiado, a presença inconstante dele fazia-a fugir no momento errado. Não havia um meio-termo, um momento, um instante em que tudo estivesse conjugado para que Inês se pudesse sentir verdadeiramente feliz.
Havia aqueles malfadados momentos em que nada lhe corria bem, em que as palavras dele a magoavam sem Pedro suspeitar. E não eram raros esses momentos em que só lhe apetecia voltar atrás e controlar os seus sentimentos e expectativas. Mas, de uma maneira ou de outra Pedro parecia sempre reconfortá-la, como se conhecesse o motivo da distância e da tristeza do seu olhar e, com poucas palavras e gestos, Inês voltava a confiar nele.
n.r.: Personagens e conteúdos meramente fictícios
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
A-Live
Lack of courage, misinterpreted signals:
My life passing right before my wondering eyes.
The plot is not yet finished,
my happy ending went missing.
Can't find a reason to make it worth the cost.
The head has been busy for a while,
no vacancies left.
The passage to my soul is hidden
somewhere inside my heart.
No one tried to get in, no one ever got out.
I need the heat to make me sweeter.
My true blue ways have been getting in the way
along with the truth I could never tell.
I do have a life,
I'm just not sure how to live it.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Pedro e Inês - I
Inês não era feliz, tinha os seus momentos. Estava muitas vezes bem mas nunca as suficientes.
Pensou, ao encontrar Pedro, que seria aquele o momento para ser feliz, iludiu-se ao pensar que a partir daquele momento tudo seria melhor na sua vida. Ela teria um papel a desempenhar na vida de alguém, a sua presença ou ausência influenciarão o estado de espírito de outra pessoa.
Claro que ela teria de lutar por ele e de o fazer ver o quanto ela lhe fazia falta, era altura de lhe demonstrar todas as suas qualidades. Eram, no entanto, os seus defeitos os maiores traços da sua personalidade e Inês não abdicou deles. Pedro passou a conhecê-la, se não totalmente, pelo menos em diversos ângulos. E ela temia que isso tivesse sido demais para os dois.
Na sua cabeça as expectativas eram já muitas, a vontade aguçava-lhe os sentidos e a sua capacidade de análise foi estendida ao máximo, ao pormenor. O sentimento cresceu, era já doentio…seria o amor de que tanto tinha ouvido falar e que julgava já ter vivido? Ela não sabia ainda responder a essa pergunta, mas fazia-a a si mesma várias vezes, não aos outros. Se fosse amor seria assustador mas se não fosse era ainda pior, mais uma ilusão sem futuro. Mais uma razão para viver e acordar todos os dias e sair de casa, uma razão para estar alegre, uma razão para chorar, uma coisa por que ansiar, desejar e lutar. Mas não passaria de uma ilusão e ela sabê-lo-ia com certeza.
A indefinição não é agradável mas pelo menos não é uma garantia de que o que acontecerá será necessariamente mau, que não nos levará a lado algum. Enquanto há ilusão há esperança.
n.r.: Personagens e conteúdos meramente fictícios
Pensou, ao encontrar Pedro, que seria aquele o momento para ser feliz, iludiu-se ao pensar que a partir daquele momento tudo seria melhor na sua vida. Ela teria um papel a desempenhar na vida de alguém, a sua presença ou ausência influenciarão o estado de espírito de outra pessoa.
Claro que ela teria de lutar por ele e de o fazer ver o quanto ela lhe fazia falta, era altura de lhe demonstrar todas as suas qualidades. Eram, no entanto, os seus defeitos os maiores traços da sua personalidade e Inês não abdicou deles. Pedro passou a conhecê-la, se não totalmente, pelo menos em diversos ângulos. E ela temia que isso tivesse sido demais para os dois.
Na sua cabeça as expectativas eram já muitas, a vontade aguçava-lhe os sentidos e a sua capacidade de análise foi estendida ao máximo, ao pormenor. O sentimento cresceu, era já doentio…seria o amor de que tanto tinha ouvido falar e que julgava já ter vivido? Ela não sabia ainda responder a essa pergunta, mas fazia-a a si mesma várias vezes, não aos outros. Se fosse amor seria assustador mas se não fosse era ainda pior, mais uma ilusão sem futuro. Mais uma razão para viver e acordar todos os dias e sair de casa, uma razão para estar alegre, uma razão para chorar, uma coisa por que ansiar, desejar e lutar. Mas não passaria de uma ilusão e ela sabê-lo-ia com certeza.
A indefinição não é agradável mas pelo menos não é uma garantia de que o que acontecerá será necessariamente mau, que não nos levará a lado algum. Enquanto há ilusão há esperança.
n.r.: Personagens e conteúdos meramente fictícios
sábado, 20 de setembro de 2008
Companhia
Constante,
como um vento que me arrasta
e me deixa sem norte.
Nas ruas, algo que me perde
na escuridão daqueles passos
que não poderia ter dado.
Num tempo que não me pertencia,
ofereci tudo o que encontrei,
pelo caminho.
Segui as pisadas que se cruzaram
no meu destino.
Sem querer ou tentar,
limpei as lágrimas que vi
Chorar os olhos dos vencedores.
A ironia mordaz acompanha-me
como nunca ninguém conseguiu,
Jamais.
como um vento que me arrasta
e me deixa sem norte.
Nas ruas, algo que me perde
na escuridão daqueles passos
que não poderia ter dado.
Num tempo que não me pertencia,
ofereci tudo o que encontrei,
pelo caminho.
Segui as pisadas que se cruzaram
no meu destino.
Sem querer ou tentar,
limpei as lágrimas que vi
Chorar os olhos dos vencedores.
A ironia mordaz acompanha-me
como nunca ninguém conseguiu,
Jamais.
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